• Redação UPES

Ex-Ministro da Educação é preso

Milton Ribeiro é preso no decorrer da operação do Acesso Pago



Imagem: Ana Ponce



Em investigação sobre suspeita de prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão ligado ao Ministério da Educação, Milton Ribeiro, ex-ministro da educação, foi trazido para a capital paulista, onde deve ficar na carceragem da sede da Polícia Federal (PF) e participar de audiência por videoconferência. Preso pela PF no decorrer dessa operação, a qual foi denominada de Acesso Pago, nesta quarta-feira (22), na cidade de Santos, Milton foi trazido para a capital paulista, onde vai ficar na carceragem da sede da Polícia Federal e participar de audiência por videoconferência.

A prisão do ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro foi estabelecida pela Justiça em razão de um suposto envolvimento de um esquema para liberação de verba do Ministério da Educação e Cultura (MEC). Milton é investigado por suspeita de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.





Nota: Percebe-se que, outra vez, um governo que se elegeu em um discurso de anticorrupção se mostra imensamente corrupto, afetando diretamente a educação brasileira, que ao contrário de investimento, recebeu cortes e projetos de sucateamento, deixando de cumprir com o papel estabelecido para os órgãos públicos e claramente trabalhando em torno de interesses pessoais e empresariais.

Mariana Chagas, presidente da UPES-PR



Glossário

Corrupção passiva: atitude do funcionário público em vantagem ou promessa de vantagem em troca de algum tipo de favor ou benefício ao particular;

Prevaricação: funcionário público que dificulte ou falte com os deveres de seu cargo, ou pratique atos de ofício para atender interesses pessoais;

Advocacia administrativa: o ato de um servidor público defender interesses particulares, junto ao órgão da administração pública onde exerce suas funções;

Tráfico de influência: Consiste em solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função.


Fonte: https://www.tjdft.jus.br/ / https://g1.globo.com/




























Milena Yasmin dos Santos é estudante secundarista, editora da equipe de redação e diretora de cultura da UPES-PR

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